
MINHA MÃE
Enrugada a tua face
Pequena e envelhecida
Que reflete sem disfarces
A realidade da vida.
Foram anos de amor,
De luta pela vida,
Marcas de insônia e dor,
Por todo o tempo sentidas.
No acalanto dos filhos
E, em seguida, dos netos
Da vida seguiu os trilhos
Que levam, sempre, ao deserto.
Deserto de solidão,
A que a velhice conduz,
No seu rosto envelhecido,
Não há reflexos de luz.
No entanto, é uma santa,
Nada pede nem reclama,
E, o que mais me encanta,
É a forma como ama.
Esse ser admirável,
Por quem sinto imenso amor,
É minha mãe adorável,
Aquem eu rendo LOUVOR!
Enrugada a tua face
Pequena e envelhecida
Que reflete sem disfarces
A realidade da vida.
Foram anos de amor,
De luta pela vida,
Marcas de insônia e dor,
Por todo o tempo sentidas.
No acalanto dos filhos
E, em seguida, dos netos
Da vida seguiu os trilhos
Que levam, sempre, ao deserto.
Deserto de solidão,
A que a velhice conduz,
No seu rosto envelhecido,
Não há reflexos de luz.
No entanto, é uma santa,
Nada pede nem reclama,
E, o que mais me encanta,
É a forma como ama.
Esse ser admirável,
Por quem sinto imenso amor,
É minha mãe adorável,
Aquem eu rendo LOUVOR!
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